Confidencial

O Relatório Steyn

Relatório secreto envolve Portugal como esconderijo de armas do ‘apartheid’


Porque será que em Portugal, imprensa, tribunais, forças políticas, ninguém deu a mínima atenção a isto? Quem foram os dois operativos portugueses executados? Onde? Quando? Por quem? Porquê? Onde - em território nacional - foram depositadas tais armas? Quem guardou? Quando?

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O Eterno Camarate

Mais um estranhíssimo mistério a acrescentar na história já de si cheia de peripécias do Caso Camarate. Coincidindo com a instauração de mais um inquérito parlamentar ao acidente (ou atentado?) que vitimou Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa na noite de 8 Dezembro de 1980, a confissão de um dos autores, Fernando Farinha Simões, foi apagada do youtube. O «realizador» do vídeo foi José Esteves , uma «produção» que caiu como autêntica «bomba« e motivou a instauração desse novo inquérito.
A denúncia era de facto explosiva: Fernando Farinha Simões falou numa «conexão» envolvendo a CIA, a secreta francesa, traficantes de armas, Henry Kissinger, Oliver North,Frank Carlucci, conselheiros da Revolução, o Grupo Bilderberg e …Pinto Balsemão, que terá tido conhecimento atempado de que o atentado estaria a ser perpetrado e nada fez para o evitar.


A confissão espontânea (?) de Fernando Farinha Simões fora obtida na prisão de Vale de Judeus onde cumpre seis anos e meio de prisão por agressões, ameaças à jornalista e sequestro da apresentadora da TV, Margarida Marante, com quem manteve uma atribulada relação. O texto da contrição foi passado ao amigo de longa data que o foi visitar, José Esteves, bombista confesso, bruxo nas horas vagas, ex activista dos CODECO no Verão Quente de 75, antigo guarda costas de Freitas do Amaral, «and so on», que numa entrevista à extinta revista «Focus«, chegou também ele a confessar a autoria do atentado que vitimou Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa.


Ele e o comparsa, que há vários anos tentam procurar dividendos – estranhamente, sem serem incomodados pela justiça e pelas várias comissões de inquérito parlamentares, da autoria da morte do antigo primeiro ministro e do ministro da Defesa que viajavam com as mulheres no Cessna que se despenhou em Camarate em 1980 – não são pessoas de fiar, se bem que ambos se tenham relacionado com o que há de pior na escória do intriguismo político à escala global, da espionagem, do tráfico de armas, sendo esta a causa provável apontada para a eliminação de Adelino Amaro da Costa e Sá Carneiro por «ordem» de um complot que envolveu a CIA, Frank Carlucci, Henry Kissinger, Oliver North, conselheiros da Revolução portugueses e oficiais generais então no activo, sendo também referenciado…Francisco Pinto Balsemão, a quem Fernando Farinha Simões denuncia de ter tido conhecimento com antecedência do atentado por via dos seus amigos no Grupo Bilderberg, que decidiu que após afastar o então líder do PSD (pois este era pouco susceptível a aliciamentos) iria assumir a chefia do Governo.

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Quem matou Samora Machel?

NOME DE GUERRA: "RUMBA". UMBERTO CASADEI
'RUMBA' APONTA O DEDO A MAPUTO, TAL COMO GRAÇA MACHEL. QUEM SERÃO OS DOIS GENERAIS CITADOS NOS TEXTOS?

O acidente aéreo que em 1986 vitimou o Presidente Samora Machel terá sido comandado de Maputo, acusa o advogado italo-moçambicano Umberto Casadei, que trabalhou desde 1970 para os serviços de contra-espionagem da Frelimo.

«Eu descobri, com base nas revelações de um soviético, como tinha sido possível, tecnicamente, ao operador das ajudas de terra à navegação aérea tornar (aquelas) ineficientes, sem deixar qualquer rasto e sem sequer o controlador da torre se aperceber disso», afirmou Casadei, numa entrevista publicada em Maputo pelo diário «Imparcial».


«Adverti todas as entidades interessadas, mas ninguém quis ouvir-me, o que me deixou com a clara sensação de que eles sabiam muito mais do que eu, mas o que queriam é que eu ficasse bem calado e tranquilo», acrescentou.

Machel e a sua comitiva, bem como a tripulação soviética, perderam a vida na noite de 19 de Outubro de 1986, quando o Tupolev em que viajavam no regresso de uma cimeira em Lusaca, embateu contra uma montanha em Mbuzini, na província sul-africana do Transvaal.

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